domingo, 13 de outubro de 2013

Construção da Oposição Classista, Combativa e Independente ao DCE da UFRRJ

Saudamos os camaradas da UFRRJ pela construção da Oposição Classista, Combativa e Independente ao DCE da UFRRJ, que optaram pela reconstrução do movimento estudantil pela base, filiando-se à RECC. Segue a Carta Manifesto da OCCI.




Carta Manifesto da Oposição Classista, Combativa e Independente ao DCE - UFRRJ



Considerações Iniciais

Considerando as relações de classes estabelecidas pelo capital na atual sociedade e compreendendo o papel da educação para a manutenção dessa estrutura, percebe-se a necessidade de um Movimento Estudantil classista, que busque a união dos estudantes, filhos da classe trabalhadora, para lutar por uma educação que esteja a seu serviço e, ao mesmo tempo, a união de todos os trabalhadores para a luta contra o capital.
Através de análises acerca do movimento estudantil na UFRRJ, chega-se a conclusão da necessidade da criação de uma nova organização, que seja sincera na luta da classe trabalhadora, e atenda as reivindicações dos estudantes proletários, que seja através de programas e princípios classistas, que tenha como método a ação direta e que seja composta e organizada através das bases, ao invés de uma representação distante dos estudantes por meio de cupulismo parlamentar, como são as entidades e organizações existentes atualmente.
Em resultado dessa análise conjuntural, comunicamos a todos os estudantes da classe trabalhadora sobre a consolidação da Oposição Classista, Combativa e Independente(CCI) ao DCE – UFRRJ e fazemos o chamado a todos que se posicionam a favor da construção de um movimento estudantil independente das organizações parlamentares e combativo, que afirmam uma posição classista, na medida em que se configuram parte da classe trabalhadora, oprimida e explorada pelo Estado e pelo capital, anti-governista, anti-reformista e que acreditam na luta por meio da ação direta.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

I Encontro Nacional de Oposições Populares, Estudantis e Sindicais – 15 a 17 de Novembro, Rio de Janeiro, Brasil.


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Construir oposições por local de trabalho, estudo e moradia


 

 
O Encontro tem dois objetivos: 1. iniciar o debate sobre a conjuntura mundial junto com as principais contradições da sociedade brasileira e 2. traçar estratégias e formas de organização para a luta. Assim o encontro deve ampliar e consolidar as organizações de luta estudantil, popular e sindical, assimilando as novas experiências surgidas dentro dessas dimensões e do atual contexto da luta de classe no Brasil. Essa organização visa lutar contra os efeitos e arbitrariedades dos megaeventos e do desenvolvimentismo neoliberal, se colocando contra a precarização da vida, visando a liberdade.


Nesse sentido, o Fórum nacional de Oposições pela Base convoca a construção de um encontro nacional para debater os desafios da reorganização da classe trabalhadora e impulsionar este momento através de oposições de base no movimento sindical, popular, estudantil, camponês, quilombola e indígena. 

Por uma Tendência Classista e Internacionalista!

ASSINAM:
FOB – Fórum de Oposições Pela Base
ORC – Oposição de Resistência Classista – Educação/RJ
RECC – Rede Estudantil Classista e Combativa
GLP – Grupo de Luta dos Petroleiros
Grupo de Discussão de Oposição para Educação Federal
LSOC – Liga Sindical Operária e Camponesa

Veja também:


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Liberdade já para o companheiro Bruno Torres!


O camarada Bruno, estudante de História da UFPE, foi preso durante o 9° ato pelo passe-livre em Pernambuco. De forma autoritária e injusta, mascarando as intenções políticas, Bruno foi acusado de participar de uma confusão. Confusão essa iniciada quando um guarda apontou uma arma de fogo para os manifestantes, que para se defenderem arremessaram pedras contra o prédio do VEM. Foram 17 manifestantes detidos, onde 16 foram liberados após pagarem fiança, porém Bruno foi o único que permaneceu preso. Foi apresentado um video que mostra a inocência de Bruno, onde ele aparece longe quando essa confusão se iniciou, porém mesmo assim ele foi incriminado e deve responder por desobediência a policial, depredação do patrimônio público e corrupção de menores. Frente essa injustiça, todos os movimentos do povo estão se mobilizando em nome da liberdade do companheiro, onde estão indo para uma vigília em frente ao presídio em que ele está preso. Enquanto ele estiver passando por essa injustiça não descansaremos. Liberdade imediata para o nosso companheiro! Lutar não é crime!


Mais informações: http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/grande-recife/noticia/2013/09/19/manifestante-do-recife-pode-pegar-mais-de-7-anos-de-cadeia-443591.php

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Por que rompemos com a Chapa 1 “Zumbi dos Palmares”

Nós, da Oposição Classista Combativa e Autônoma ao DCE da UFG, filiada a Rede Estudantil Classista e Combativa, que inicialmente compunha a construção da Chapa 1 ao DCE da UFG, Zumbi dos Palmares, vimos por meio desta declarar nossa ruptura. A chapa, que teve como orientação programática inicial alguns de nossos documentos, demonstrou ao longo de sua construção vários problemas, que nos levaram a decisão de sair da composição, problemas que pretendemos abordar ao longo desta.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Perseguição Política na UFRRJ: Todos ao Ato dia 11/09


7 de Setembro...

Por uma Política de Independência da Classe Trabalhadora!




     O 7 de Setembro é a exaltação da suposta emancipação da nação brasi-leira frente a colonização. Mas a história oficial não conta que sempre fomos um país dependente do capital internacional. Mesmo quando alcançamos al-gum desenvolvimento, lá está o capital estrangeiro superexplorando a “mão de obra” dos trabalhadores e orientando o destino da nossas riquezas locais. 

     Mas aqui devemos também tratar de outro tipo de dependência: a dos trabalhadores frente ao Estado e capitalistas nacionais. Durante muitos anos, até as grandes manifestações de Junho, o povo brasileiro foi condiciona-do a acreditar que é por meio das eleições e representações partidárias que seus anseios por melhores condições de vida seriam conquistados.


     Mas sabemos que, “no grosso”, nada muda. Continuamos enfrentando ônibus lotados todos os dias; indo para o trabalho no qual temos baixa estabi-lidade; recebemos baixos salários; endividamo-nos para obter algum consu-mo; se passamos mal enfrentamos horas nas filas dos hospitais públicos; as escolas públicas continuam precárias; falta espaços para lazer e cultura etc. 


     A razão disto é porque nós, estudantes e trabalhadores, continuamos dependentes política e economicamente do Estado e dos capitalistas. São estes os proprietários e gestores que controlam desde os ônibus até nossos salários. E, ano que vem, novamente virão eles com sua Farsa Eleitoral para nos convencer que a política se faz nas urnas. Não podemos cair nesta mentira!


     O povo brasileiro, por conta própria, redescobriu nas “Jornadas de Ju-nho”um outro cenário político: descobrimos que através da força das ruas temos poder de pressão e condições de obter melhorias. Este aprendizado não deve ser esquecido jamais! E não podemos mais nos intimidar frente ao aparelho militar que visa apenas nos reprimir. É preciso ação direta coletiva!


Abaixo a Farsa Eleitoral e a Repressão Policial!
Frente às eleições de 2014, não se ilude: não vote e lute!
Nenhum centavo para a Copa e para as forças repressivas!



REDE ESTUDANTIL CLASSISTA E COMBATIVA – RECC
www.redeclassista.blogspot.com  |  rede.mecc@gmail.com

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Moção da apoio à ocupação na UFRRJ/NI


Desde o planalto central, a Oposição CCI saúda os companheiros e companheiras estudantes e trabalhadores que no campus Nova Iguaçu da UFRRJ ocupam a sala da direção do Instituto Multidisciplinar da Rural desde o dia 22/08/13 como medida de exigir a reintegração aos postos de trabalho de quatro terceirizados demitidos pela patronal. Estes trabalhadores foram demitidas por se destacarem num processo de luta por seus direitos trabalhistas sonegados pela empresa terceirizada (entenda o caso AQUI).


Sabemos o quão fundamental é a luta por direitossalário condições de trabalho aos terceirizados nas mais diversas instituições. A terceirização é uma que expressa a reestruturação produtiva, onde através da superexploração da força de trabalho é garantido uma máxima acumulação de capital aos patrões, sejam eles empresas privadas ou públicas.

domingo, 18 de agosto de 2013

Nota do Coletivo Pedagogia em Luta ao 33° Encontro Nacional dos Estudantes de Pedagogia


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Nota do Coletivo Pedagogia em Luta ao 33° Encontro Nacional dos Estudantes de Pedagogia – Agosto de 2013

O 33° Encontro Nacional dos Estudantes de Pedagogia, ocorre sucessivamente a uma série de levantes que se radicalizaram a partir da inserção do proletariado marginal e juventude pobre nas manifestações pelo Passe Livre Estudantil e Contra as obras da Copa e Remoções, entre outras inúmeras bandeiras. Diante dos fatos gerados pelas Jornadas de Junho é importante nos inserirmos na luta por uma educação a serviço do povo, compreendendo os principais ataques que a formação do Pedagogo vem sofrendo para atender as demandas do grande capital. O CPL expõe nesta nota, algumas de suas bandeiras e formulações para o 33° ENEPe.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Manifesto do Coletivo LUTASOCIAIS ao 28º ENECS


Nas semanas que antecederam este 28º ENECS vivemos um verdadeiro levante popular em nosso país. Os estudantes, junto ao proletariado marginal, juventude pobre e setores médios da sociedade saíram às ruas protagonizando ações massivas e radicalizadas na maioria das cidades e capitais do Brasil, reivindicando melhorias na saúde, educação e transportes.Frente a isso o atual processo de reorganização dos estudantes de ciências sociais está diante de uma importante questão: aprofundar o que nos mostram as ruas ou seguir os ditames do movimento estudantil dos gabinetes.
Mas como agiram as ruas? As mobilizações que tomaram país são um dos eventos mais importantes de nossa história recente, vimos em algumas semanas o povo cansado de promessas sair às ruas e atacar com pedras, ações de resistência e enfrentamentos não apenas os aparatos do Estado Burguês, mas principalmente os velhos métodos da esquerda reformista. As conhecidas “voltas olímpicas” na esplanada dos ministérios acordadas com a polícia ou das marchas visando à sensibilização de parlamentares ficaram para trás, e por isso mesmo tais atos foram tão efetivos e ameaçadores a elite brasileira.
Não foi a toa que partidos como PT, PSOL e PSTU, em busca de defender o velho caminho institucional, fizeram coro junto a mídia burguesa condenando os “vândalos”, buscando isolar os setores mais radicais. A agressão por membros do PC do B a militantes anarquistas na manifestação de 11 de julho no Rio de Janeiro demonstram que as linhas que separam a velha esquerda da direita são muito tênues. Hoje estes partidos buscam controlar este movimento os colocando na velha correia das entidades estudantis burocráticas como a UNE e a ANEL ou das Centrais Sindicais pelegas como a CUT e a CSP-Conlutas.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Carta Sobre o Dia 11/07

Por uma Tendência Classista e Internacionalista. Construir o Sindicalismo Revolucionário!!!

    O ato do dia 11 de julho, puxado pelo conjunto das Centrais (CUT, CTB, Força Sindical, UGT, CGTB. NCST e CSP-CONLUTAS), mostrou todo seu caráter legalista, cívico e policial. Um mês depois do início do Levante de Junho de 2013, a Revolta do Vinagre, as centrais e partidos da esquerda legal eleitoral (PT, PCdoB, PSTU, PSOL, PCB) puxaram uma paralisação nacional, e não uma Greve Geral. Algumas poucas categorias efetivamente pararam a produção, os serviços e a circulação. Essas centrais e movimentos sociais governistas e para-governistas continuam na defesa da agenda do governo e do Estado policial-militar.
      A paralisação burocrática do dia 11 de julho mostrou toda a distância entre o levante do proletariado marginal em junho e a movimentação vagarosa e assustada da burocracia sindical, preocupada em defender a ordem que os favorece. Não bastasse isso, na passeata – desfile cívico - do Rio de Janeiro, as centrais retardaram a chegada a Cinelândia, como tentativa de impedir que ativistas chegassem depois ao Palácio Guanabara como havia deliberado a Plenária do Fórum de Luta. Ainda no ato, os sindicalistas perseguiam os manifestantes combativos, como os chamados Black Block, anarquistas, ativistas independentes e grupos marxistas revolucionários, tentando expulsá-lo das manifestações

quinta-feira, 18 de julho de 2013

PELA FORÇA DAS RUAS! É BARRICADA, GREVE GERAL, AÇÃO DIRETA QUE DERROTA O CAPITAL!



Junho de 2013: pela auto-organização da juventude trabalhadora!


O Levante Popular: a auto-organização da juventude trabalhadora nas batalhas de Junho de 2013 e a criação de oposições de base

         
O Levante Popular de Junho de 2013, ou a Revolta do Vinagre, demonstrou a recusa das massas ao sistema político burguês, ou seja, a toda a democracia burguesa e à centralização do poder que tem favorecido cada vez mais as frações das classes dominantes: banqueiros, empresários, juízes, militares e políticos. A pseudo democracia brasileira sempre foi restrita e tutelada pelo poder militar e policial. Essa democracia para cima (para burguesia, para a aristocracia sindical e partidária) é a ditadura para as frações empobrecidas do proletariado urbano (os moradores de favelas, subúrbios e estudantes), para o campesinato e povos indígenas.

É preciso resistir a repressão do Estado! Liberdade aos presos políticos!


É PRECISO RESISTIR A REPRESSÃO DO ESTADO BRASILEIRO! LIBERTAÇÃO DOS PRESOS E RETIRADA DOS PROCESSOS JÁ!


Vivemos nos últimos meses o crescimento de um verdadeiro levante popular em diversas cidades do país. As lutas populares iniciadas na reivindicação do transporte público foram expressando aos poucos (e nos últimos dias de forma explosiva) a revolta do povo trabalhador e da juventude contra toda uma cadeia de opressão e exploração que vem sendo submetido há anos pelo Estado e pelo Capitalismo. A luta não começou agora, nem terá fim nos próximos dias ou meses, mas o momento que vivemos é histórico, especialmente pela ampla participação popular e radicalização nas ruas contra a brutal repressão policial.

DF: Protesto na Abertura da Copa das Confederações

[Brasília] Ato contra os crimes da Copa e em solidariedade aos presos nas lutas contra o aumento reuni milhares na abertura da Copa das Confederações !


 Em pleno sábado (15/06) um grande número de manifestantes se reuniu na rodoviária de Brasília para protestar contra os efeitos dos mega-eventos na vida de nosso povo (remoções de casas populares, exploração dos operários nas obras, despejo de verbas públicas em grandes estádios e determinações da FIFA) e também em solidariedade aos presos políticos das lutas contra o aumento pelo país afora (GO, SP, RJ etc.). A manifestação que reuniu mais de 2.500 pessoas teve como cenário a abertura da Copa das Confederações (e toda sua propaganda ideológica burguesa) e um forte aparato de controle policial-militar pelas ruas e pelos ares da capital. Porém, as péssimas condições de vida do povo, o transporte precário, a repressão como resposta do Estado as reivindicações legítimas de estudantes e trabalhadores, e toda uma conjuntura de lutas demonstraram que é possível resistir a repressão e é possível vencer nossas reivindicações através da força popular.

Comunicado da RECC sobre seus meios virtuais públicos de comunicação e propaganda